O ambiente dos ralis na Madeira tem andado bastante tenso, com muitas desconfianças e rumores, para além de alguma falta pontual de controlo por parte do orgão federativo.
Ni Amorim reconheceu recentemente num entrevista à RTP Madeira que a FPAK não pode controlar tudo, e as afirmações não caíram bem em algumas equipas do pelotão madeirense. Contudo o Presidente do Orgão Federativo garantiu que no rali do Faial estarão todos os meios técnico e humanos para verificações rigorosas.
Uma das questões que está em cima da mesa em termos de desconfianças prende-se com as gasolinas, e aqui existe o problema de uma simples análise de gasolina ter um custo de vários milhares de Euros num laboratório competente.
João Silva, que tem alertado para muitos destes problemas, sugeriu um "acordo de cavalheiros" para a questão das gasolinas. Para tal esse acordo previa a utilizações bidões novos de gasolina com o selo do fabricante que seriam abertos nas verificações e controlados ao longo da prova pelos comissários técnicos. Isto acabaria com as duvidas em relação à utilização de aditivos ilegais.
O acordo foi proposto a Alexandre Camacho, Miguel Nunes, e Rui Pinto. Contudo Nunes afirmou ontem à RTP Madeira durante os seus testes de preparação para a prova que o Team Vespas onde corre Alexandre Camacho não assinou o acordo e como tal não utilizará a gasolina controlada pelos comissários técnicos.
Desta forma o "acordo de cavalheiros" acabou por ser um acordo de apenas alguns dos cavalheiros. O líder do campeonato fica fora do acordo.
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