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CPR - Amarante: Soltas da prova - II
Data: 25/09/2018 01:12

Aqui fica a segunda parte de notícias soltas do Rali Amarante Baião do passado fim de semana.

As dificuldades de Ricardo Teodósio
Se há piloto que saiu de Amarante em pior situação do que a que tinha quando chegou, esse foi Ricardo Teodósio. O algarvio não teve andamento para acompanhar os três da frente, e no Sábado de tarde foi notória uma condução mais exuberante com reflexos no cronómetro. "Andámos muito depressa e até com alguns sustos pelo caminho, mas infelizmente não chegou. Preciso de ter mais confiança, e eu ainda andei a descobrir situações com o carro nalgumas zonas do traçado, apesar do Skoda ter estado sempre impecável ao longo de toda a prova. Acho que tenho de acreditar mais nas zonas decisivas," explicou o piloto à chegada. A prova decisiva "será na minha terra, no terreno que conheço bem," afirmou ainda esperançado, apesar de saber que não depende só dele para chegar ao título. Ficou com mais 3 pontos de desvantagem com apenas uma prova por disputar.

O susto de Ricardo Matos
A disputar o rali da sua terra, Ricardo Matos dominou completamente a classificação da Taça FPAK de Ralis, mas por pouco o Mitsubishi não chegava a Amarante. "No último troço, apanhamos um susto com um problema na transmissão traseira à saída de um gancho mas conseguimos terminar e vencer que era o nosso principal objetivo," referiu o piloto.

Segunda prova sem abandonos entre os R5
O Rali Amarante Baião foi a segunda prova do CPR de 2018 onde não se registou nenhum abandono entre os veículos R5. Estiveram à chegada os mesmos 14 que alinharam à partida. Já em Castelo Branco isso tinha acontecido, mas com 11 destas viaturas presentes.

Miguel Barbosa menos feliz
Na senda dos pilotos que não tiveram um bom rali, estava Miguel Barbosa. Com expectativas de lutar pelo triunfo na prova do Clube Automóvel de Amarante, a realidade foi dura. "Não tenho para já uma explicação plausível para esta situação. No primeiro dia fizemos uma escolha menos acertada de pneus, mas isso não teve uma influência muito significativa. Hoje (Sábado) e ao contrário do que era a nossa imensa vontade, estivámos sempre fora do ritmo que já mostrámos ter nas mais diversas provas e mesmo nos ralis com troços de asfalto onde ainda não me sinto tão confortável como nos de terra," afirmou no final o piloto que depois de Fafe iniciou uma "travessia do deserto" que ainda dura com o 5º lugar na prova.

Pedro Meireles idem
Para terminar os desempenhos menos bons, faltava falar de Pedro Meireles. Sem andamento e sem explicação para isso. "Não sei o que se passa, não tenho explicação. Não sei se é o carro ou se sou eu, mas está à vista que os tempos não saem," afirmava o vimaranense ao final do dia de 6ª feira. No Sábado o discurso não era diferente: "continuo na mesma situação, mas nesta altura já nem vale a pena pensar muito nisto, porque o rali está perdido." Terminou o rali em 8º, batido inclusivé pelos "rookies" dos R5.

O Bentley de Mex
Anunciado em Maio, o projecto Bentley de Mex foi mostrado pela primeira vez. O piloto do Porto usou o Bentley Continental GT como carro de segurança no Rali Amarante Baião. Questionado sobre os planos imediato "por enquanto estamos a estudar," explicou. "O carro foi desenvolvido para homologação em GT3 e agora vamos ver os apoios que teremos para depois decidir onde o utilizar." Este mesmo Bentley surgiu esta 2ª feira à venda num anúncio de internet que pouco depois foi retirado.

Uma boa entrada no CPR
A entrada do Clube Automóvel de Amarante no escalão máximo dos ralis em Portugal foi coroada de êxito. A união de esforços das autarquias de Amarante e Baião foi uma aposta ganha e os troços foram do agrado da maioria dos pilotos. António Jorge - o Presidente do CAA - fez questão de no final se dirigir publicamente a Ni Amorim e agradecer a confiança da FPAK na prova quando a promoveu ao CPR, revelando ainda "penso que não defraudamos a confiança colocada em nós." Realçou ainda que "a prova não foi perfeita, porque não há provas perfeitas," contudo António Jorge não se pode deslumbrar, porque há muito espaço para melhorar.



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