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Opinião - Reflex(ã)o: O melhor… e o pior do CPR 2020
Data: 28/12/2020 16:44



Num ano que não deixará saudades a ninguém, o CPR 2020 sofreu como todos com a pandemia. Se uns souberam dar a volta à situação, outros pouco ou nada fizeram nesse sentido.

- O MELHOR:

- O Rali Serras de Fafe e Felgueiras
– Começo do CPR em grande, com um plantel de encantar, entre equipas nacionais e estrangeiras, com visitantes de luxo [2 Hyundai i20 WRC], público aos milhares, a prova de Fafe foi uma festa. Pena que tenha sido caso (quase) único.

- Retoma da competição – Fruto do trabalho da FPAK e da Escuderia de Castelo Branco, tivemos logo no início de Julho [antes de muitos outros países europeus] o regresso à estrada do CPR. Se a festa foi muito mais contida do que em Fafe, Castelo Branco serviu de (bom) exemplo, mostrando que era perfeitamente possível realizar ralis cumprindo as regras sanitárias.

- Clube Automóvel de Amarante – Merece realce o clube amarantino porque sempre demonstrou estar do lado das soluções e não do lado dos problemas. Aceitou sair do calendário quando foi necessário e aceitou voltar quando lhe foi pedido. E conseguiu em tempo recorde montar o rali (em três concelhos, o que merece ainda maior destaque) e permitir que o CPR tivesse mais uma prova, ainda mais com um excelente rali de terra.

- Madeira, Alto Tâmega – Tanto na Madeira como em Trás-os-Montes, em parceria com a FPAK, os responsáveis lutaram pela efectivação das suas provas e conseguiram-no. Foram dois ralis que, tal como Castelo Branco, com mais ou menos ajuntamentos, mostraram ser perfeitamente possível organizar ralis em plena pandemia. Pena que o eco destes exemplos não tenha chegado a S. Miguel!

- CAMG – Por ter conseguido colocar na estrada a sua prova [Vidreiro], mas principalmente por ser o clube que melhor trabalhou na promoção e divulgação, nomeadamente com um boa cobertura em streaming.

- O PIOR:

- Cancelamento de provas – Nomeadamente Mortágua e Portugal WRC, que deixaram o CPR muito desequilibrado na relação terra/asfalto, que se não fosse o “resgate” do Terras d’Aboboreira, o CPR teria tido apenas uma prova em terra [Fafe e Felgueiras].

- Açores – Uma verdadeira novela (de má qualidade). Começou por um adiamento, passou por uma remarcação para Setembro e acabou por um cancelamento à última hora, deixando o CPR quase “descalço”. O CPR merecia mais por parte dos responsáveis açorianos.

- Vidreiro – Uma morte a lamentar, um rali truncado e tanto esforço [de todos] desperdiçado. O Rali Vidreiro tem tido nos últimos anos alguns acidentes graves que culminaram em 2020 com a morte da jovem Laura Salvo. Se acidentes podem sempre acontecer, há que tudo fazer para os evitar ou pelo menos minorar. Ora no Vidreiro, com troços com médias superiores a 120 Km/h, nalguns locais ladeados de árvores – agora menos, devido aos incêndios - a probabilidade de eles acontecerem é muito maior, pelo que a FPAK tem que ser mais assertiva e obrigar o CAMG a arrepiar caminho, procurando que seja mais criterioso na escolha do percurso ou pelo menos obrigando à criação de meios para reduzir as velocidades e a possibilidade de acidentes. Mais do que os lamentar, há que os evitar!

- Nomes dos concorrentes espanhóis – Ano após ano, os responsáveis dos clubes portugueses, directa ou indirectamente, continuam a não conseguir acertar com o nome dos concorrentes espanhóis. Como português, conhecedor da realidade dos ralis espanhóis, e essencialmente como apaixonado dos ralis em geral, isso irrita-me solenemente! Já o escrevi várias vezes, mas tudo tem caído em saco roto! Errar é humano, mas fazê-lo repetidamente já não é admissível e só poderá acontecer ou por ignorância, o que é grave, ou então por nítida falta de respeito pelas equipas espanholas, o que é ainda mais grave!

- Fim prematuro do campeonato – A anulação do Casinos do Algarve foi uma machadada para (quase) todos os intervenientes no CPR. Sem nada que o justificasse, as autoridades de saúde decidiram não avalizar a prova algarvia e assim o campeonato acabou por se decidir na secretaria. Depois de toda a luta e árduo trabalho que a FPAK, clubes e equipas tiveram para levar em frente o CPR 2020, foi pena que o campeonato não se pudesse ter definido na estrada. Mesmo que o resultado fosse idêntico, todos (?!) prefeririam ter lutado nas especiais algarvias!



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