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CNR: Ricardo Moura desenterra a polémica do Rali de Mortágua de 2015
Data: 19/09/2016 18:58

Este fim de semana Ricardo Moura colocou um post na sua página de Facebook onde relembrava a polémica em que esteve envolvido no Rali de Mortágua de 2015.

Recorde-se que em 2015 Ricardo Moura perdeu cerca de um minuto ao rodar atrás de José Pedro Fontes que seguia furado. Na altura o açoreano fez uma exposição ao Colégio de Comissários Desportivos, mas este orgão não lhe deu razão. Com isto, Moura viu-se privado de uma vitória mais que certa, e de pontos que lhe fizeram falta no final da temporada.

A razão desta recordação de Ricardo Moura tem a ver com um acontecimento similar ocorrido na edição deste ano da prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro. "Caros amigos, não é que este ano no Rali de Mortágua houve um piloto que, tal como eu no ano passado, foi prejudicado pelo pó levantado pelo concorrente que seguia à sua frente. E não é que este ano atribuíram a este concorrente o tempo da outra passagem pelo mesmo troço. Porque é que no meu caso no ano passado não agiram da mesma forma? Ainda mais sendo o mesmo presidente do Colégio de Comissários? O que motiva esta dualidade de critérios? Porque não agiram no ano passado de forma correta, justa e imparcial tal como fizeram este ano. Se assim fosse o desfecho do Campeonato Nacional de Ralis de 2015 teria sido muito diferente... escreveu Ricardo Moura no seu mural.

E de que falava Ricardo Moura? Falava do tempo que foi atribuído a Carlos Fernandes no primeiro troço do rali, e que acabou por ser corrigido ao final do dia para reposição da verdade desportiva.

Carlos Fernandes era o primeiro carro da Taça de Ralis FPAK em terra a partir, e encontrou no percurso Nelson Trindade que tinha estado parado com problemas no seu Mitsubishi Lancer Evo IX. Carlos Fernandes rodou no pó de Trindade e no final acabou por ver o CCD (OU o Director de Prova) atribuir-lhe o mesmo tempo da segunda passagem pelos 12,56km do troço de Mortágua. Com isto Fernandes poupou cerca de 15 segundos.

Comparando as duas situações, o CCD (ou o Director de Prova) atribuiu um tempo a Carlos Fernandes que lhe reduziu o prejuizo em 15 segundos, ao contrário do que fez em 2015 onde se recusou a atribuir similar compensação a Ricardo Moura pelo tempo perdido atrás de um carro furado. Para Carlos Fernandes estes 15 segundos foram irrelevantes, a Ricardo Moura poderiam ter valido o título absoluto em 2015.

Actualizada às 21.08h com referência ao Director de Prova.



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