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Soltas do Rali Nordeste Transmontano / O Jogo
Data: 31/10/2005 01:03

Campeonato ao rubro
Depois do Rali Nordeste Transmontano, o Campeonato Nacional de Ralis entra para a sua derradeira prova com uma animação bem acima do habitual. São 4 os pilotos com diferentes possibilidades de chegarem ao título. Mas o mais curioso é que se no Rali Casinos do Algarve José Pedro Fontes vencer, Miguel Campos fôr 2º, Armindo Araújo 3º e Fernando Peres 5º, todos os pilotos ficam com 39 pontos. Olhando os factores de desempate Fernando Peres sai campeão, pois possui duas vitórias tal como Armindo Araújo, mas possui um 2º lugar e Araújo não possui nenhum. Em empate, desde que não seja com Armindo Araujo fora da situação acima referida, Fernando Peres sai sempre a ganhar para além de estar à frente do campeonato. Só as suas prestações nas últimas provas em esfalto é que não lhe dão vantagem.

Festa da Peugeot
Para uma equipa que estava habituada a ganhar, passar um ano sem triunfos é algo que se revela duro. Por isso não admira toda a festa feita pela equipa quando Miguel Campos chegou ao derradeiro parque de assistência. Para além de ser o fim de um longo jejum, era um triunfo muito suado e que parecia condenado à entrada da ultima ronda de troços devido à escolha de pneus feita por Miguel Campos. Quando o Peugeot 206 S1600 controlou à entrada do parque, as buzinas do camião da Peugeot soaram por largos segundos e a festa foi grande na chegada de Campos / Magalhães ao espaço de trabalho da marca francesa.

Luis Cardoso continua fase azarada
Luis Cardoso continua com falta de sorte na sua caminhada no Campeonato Nacional de Ralis. Em duas provas soma dois abandonos, quase sem chegar “a aquecer” a presença na prova. No Rali Centro de Portugal foi uma saída de estrada na 1ª PE, em Macedo de Cavaleiros foi a embraiagem que cedeu depois de disputadas 3 classificativas. O desalento do piloto navegado por Isabel Branco era grande, porque ”esta embraiagem era completamente nova. Acabou por ceder por uma peça que vale uns 30 cêntimos” Luis Cardoso estará presente ainda no Rali Casinos do Algarve, numa mini temporada do nacional após o título de Campeão Nacional de Promoção – Asfalto.

Pedro Peres com estreia positiva
Pedro Peres disputou pela primeira vez um rali do Nacional com o Mitsubishi Lancer Evo. VIII da Peres Competições, carro que tem sido utilizado por Vitor Sá no campeonato deste ano. Após uma prova terminada no 8º lugar – 3º do Grupo N – o piloto estava encantado, "este carro é fantástico! Muito fácil de conduzir. Tentamos não cometer erros, porque os pisos estavam muito dificeis. Para primeiro rali com o carro estou muito satisfeito com a prestação." Em relação a uma possível presença na Algarve "tudo depende da vontade do meu primo Fernando. Mas depois deste resultado para a equipa, acho que ir disputar o Rali do Algarve seria uma prenda justa."

Miguel Barbosa estreou-se nos ralis
O campeão Nacional de TT - Miguel Barbosa - esteve em Macedo de Cavaleiros ao volante de um dos carros 0, neste caso um Peugeot 206 GTI. Quando questionado sobre as diferenças em relação ao TT "a mais notória é nós esperarmos tanto tempo para iniciar uma classsificativa e depois fazermos tão poucos quilómetros." Tendo já corrido em karting e Fórmula Ford, o asfalto não é um tipo de piso novo para si, ainda que no Nordeste Transmontano se tivesse apresentado bem mais dificil e exigente do que em qualquer pista. "Não deu para fazer grandes comparações em relação ao TT, visto que corri com um carro praticamente de série," explicou Barbosa que teve em Luis Ramalho o navegador.

Rapidez dos troços
A rapidez dos troços em redor de Macedo de Cavaleiros era algo que causava alguma preocupação, mas afinal estes receios acabaram por não se confirmar. De entre os pilotos as opiniões eram diversas, havia quem defendesse que os troços não eram interessantes e havia também quem reconhecesse que os troços eram um enorme mas positivo desafio. Como exemplo ficam as declarações de dois pilotos dos clássicos. Paulo Azevedo teceu duras críticas à rapidez dos troços revelando que "para mim foi um sacrifício faze-los. Acho que deevríamos reflectir sobre isto." No oposto estava Joaquim Jorge ao referir "este rali é para quem tem um grande coração!" Entre os pilotos dos S1600 o contentamento não era grande, como referia José Pedro Fontes "andamos muito tempo a fundo com o motor a cortar". Agora fica uma sugestão para a Direcção da Prova: Muitos espectadores referiram terem percorrido percursos de acesso aos troço bastante sinuosos, pelo que agora com mais tempos sempre se podem fazer maiores pequisas, mas para 2008, já que em 2007 o rali será disputado em Bragança.

Velocidades de ponta
Ainda em relação à rapidez, convém referir de que as médias estiveram todas dentro do que é regulamentarmente exigido. No entanto é sempre curioso saber quanto é que alguns dos carros da frente atingiam. Fernando Prata revelou que o Renault Clio S1600 registava 183Km/h e que esse valor foi atingido muitas vezes. O Mitsubishi Lancer Evo. VII de Ricardo Teodósio chegou aos 199km/h, valor que o piloto algarvio reconhece que seria maior caso o motor do Lancer não acusasse cansaço. Se a velocidade do Mitsubishi fica dentro do que se esperava, já o Clio ficam bem acima daquilo que temos ouvido em relação ao que estes carros atingem.

Ricardo Teodósio com outro carro no Algarve
Ricardo Teodósio está a avaliar as suas possibilidades para o Rali do Algarve, sendo certo que uma vitória à geral é o único objectivo. Apesar de ainda não ter tomado uma decisão, a escolha deverá recair num Mitsubishi Lancer Evo. VIII MR feito pela Gatmo. "Tenho de experimentar o carro para comprovar se é mais rápido que este Evo. VII como dizem. O carro que vou testar é completamente novo." Em relação ao seu actual carro, não esteve ao seu melhor nível. "O carro não está a render o que deveria, há zonas em que se fica pelas 5800 rpm quando com o de treinos atingíamos as 6200rpm. O carro necessita de uma profunda revisão."

Grupo N vs S1600
Antes do Rali Nordeste Transmontano os receios em relação à competitividade dos S1600 eram muitos, ao ponto da Renault revelar na sua antevisão da prova que os Clio estariam limitados nesta prova. No entanto revelou-se exactamente o contrário, porque os troços não requeream tanta tracção como os do Rali Centro de Portugal. Em relação às velocidades de ponta, apesar dos S1600 ficarem abaixo dos Grupo N, a verdade é que atingem os valores máximos bem mais depressa. O pódio acabou por ser constituído apenas por S1600, mas os grupo N tiveram problemas e o único que poderia acompanhar os homens da frente queixava-se que o motor estava a render menos 400rpm do que deveria. Ou seja, nem todas as duvidas foram tiradas.

Paulo Antunes atacou e perdeu
Paulo Antunes chegou ao Rali Nordeste Transmontano com uma confortável margem na liderança da Fórmula Peugeot 206, só que a luta era grande e o piloto de Fafe teve de entrar na discussão pelo 1º posto. Uma saída de estrada obrigou-o a abandonar e desta forma perdeu a liderança do troféu. No entanto o piloto destacou-se pela critica ao lugar que lhe foi atribuido na lista de inscritos, já que tinha dois Mitsubishi que partiam à sua frente mas atrás de Mex. Antunes alegava que saiu prejudicado por encontrar a estrada mais suja que Mex. No entanto antes de Mex já haviam passado pelas classificativas mais de uma dezena de carros, incluindo 3 Mitsubishi, pelo que ficamos sem saber se o piloto seria assim tão prejudicado como alegou.

Super especial nocturna em Bragança
A super especial disputada na cidade de Bragança esteve longe de se revelar concorrida. A chuva afastou os poteciais espectadores, tendo sido reduzido o público presente. Com isto, a festa que se espera que estas classificativas sejam, acaba por não acontecer, e o objectivo de levar os ralis às pessoas não fica cumprido. No entanto o curioso é que alguns dos moradores e estabelecimentos comercias da zona só tenham tido conhecimento desta classificativa no dia anterior à prova, facto que limita muito a tão importante comunicação entre as pessoas que acaba sempre por fazer crescer as expectativas. No entanto uma coisa ficou visível, o entusiasmo por aquelas bandas é bem inferior ao que se vive no litoral norte.

José António Marques


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